segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O ProJovem e o descaso com a educação.

Bom... Eleições vêm e vão, mas nesta estou especialmente revoltado com os políticos velhos e novos falando de educação. Educação para cá, educação para lá! A verdade é a seguinte: na eleição passada os mesmos falaram a mesma coisa e a realidade é que os professores são maltratados, ano após ano. Atualmente, os professores da cidade do Rio de Janeiro que servem ao ProJovem estão sem receber a um mês. Em determinados órgãos do Estado estagiários ganham quase o mesmo que os professores. E para o vento, ouvimos sobre construção de escolas, criação de escolas, mas ninguém é sincero. É um descaso geral com a educação. Isso só beneficia o mal político, aquele que compra votos. Quanto menos conhecimento a população tiver mais fácil é conquistar seu voto. Basta uma "boa" política imediatista, para conseguir uma vitória na eleição. Isso está errado. Os professores são a base para educação. Primeiro os professores. E ponto. Depois começamos a conversar sobre os rumos da educação.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Os suplentes dos candidatos ao Senado (RJ).

Diante de tantas informações que temos para avaliar nossos candidatos resolvi alimentá-los com mais uma. Acredito que seja útil tomar ciência de quem são os suplentes dos candidatos a senador. Talvez, quem sabe, seja o último critério de desempate para os indecisos ou um alerta para os que conhecem estes suplentes e talvez não os queiram tão perto do poder, ou o contrário. Lembrem-se que o mandato do senador é de oito anos e que nesse período é normal que um senador se licencie para assumir outro cargo. Então, por ordem alfabética, seguem os candidatos a senador e seus dois suplentes:



quinta-feira, 2 de setembro de 2010

As Eleições e as pesquisas...

Toda eleição é a mesma história. Uma variedade de pesquisas eleitorais é despejada nas telas para influenciar no resultado das eleições. Seria ingenuidade nossa acreditar que exista imparcialidade. Nenhuma interpretação é imparcial. Vamos partir deste ponto então: não existe imparcialidade na realização de pesquisas de opinião. A forma como a pergunta é feita ao entrevistado extrai a resposta que mais interessa. A última edição da revista Carta Capital reflete bem este fato. A revista, declaradamente posicionada próxima ao governo, desqualifica a pesquisa da Datafolha, reconhecidamente afastada do governo. Ambas procuram entender a realidade sobre a ótica que lhe convém. É preciso, então, que o eleitor se fixe em escolher o candidato que atenderá melhor aos seus anseios. Não perca o foco. Saber quem está na frente ou não nas pesquisas, não dirá nada para quem precisa de um hospital melhor gerido, para quem se preocupa com o meio ambiente ou para aquele que vê na educação a chance de um Brasil realmente como o reflexo de seu povo, pois atualmente, este povo não está preparado para enfrentar as dificuldades que existem ou mal sabe que existem.